3 dúvidas de seguidoras sobre as próteses de mama

Antes de colocar uma prótese de mama ou fazer uma mamoplastia, o Dr. Fabio gosta de pedir para a paciente mostrar fotos de modelos de mama que ela julgue que são bonitos e também os tipos de mama que a paciente não goste (grandes demais ou muito marcadas, por exemlo). Desta forma, na hora da cirurgia, as imagens são projetadas para que o Dr. Fabio adeque o procedimento à expectativa da paciente.

Antes de escolher uma prótese de uma diversidade de tamanhos e modelos, são utilizados moldes que são testados na paciente. Apenas após a escolha do molde que a prótese é escolhida.

Membrana natural que envolve a prótese

Quando retiramos uma prótese, seja para a troca ou para o explante, é possível observar que há uma membrana que envolve toda a prótese (como mostrado na imagem abaixo). Por que isso acontece? Ela é uma reação natural do organismo que sempre se forma.

É raro que esta membrana se torne um encapsulamento de grau maior. No estágio demonstrado, não há nenhum tipo de incômodo ou dor. Esteticamente, o resultado do procedimento continua perfeito. Contudo, o encapsulamento pode aumentar graus maiores em poucos casos. A paciente pode passar a sentir o implante e até mesmo perceber alguma assimetria. Porém, nesses casos é muito importante consultar o seu médico/cirurgião para que possa ter a melhor orientação.

Como saber se está na hora de trocar a prótese de mama?

Ainda vale a regra dos dez anos? Segundo o Dr. Fabio, esse conceito de troca a cada dez anos já pertence ao passado. Hoje, uma prática que tem sido muito indicada, é fazer imagens de mama para a prevenção do câncer de mama. A partir dos 35, 40 anos, fazer o ultrassom anual, a mamografia e eventualmente a ressonância. Com esses três exames, é possível também identificar se há alguma falha na prótese. Ou seja, ao fazer a prevenção do câncer também é possível fazer uma prevenção da ruptura da prótese e se já está na hora de trocar.