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Cirurgia Plástica – Mulheres De Peito!

Mulheres com mais peito estão se tornando cada vez mais mulheres de peito. Esse jogo de palavras – proposital – reflete com exatidão a mudança de vida de quem passa por uma cirurgia mamária. Engana-se quem ainda acredita que a colocação de prótese de mama seja futilidade. E ainda mais quem insiste em dizer que cirurgia estética não é reparadora. Toda cirurgia plástica, na verdade, é uma tentativa de repara aquilo que incomoda o bem-estar físico e social de uma pessoa. De acordo com a psicóloga Verônica Azevêdo, a mam- caracter sexual exclusivo da mulher – tem fundamental participação na expressão da sexualidade feminina, capaz de influir na psique dela e, portanto, diretamente na sua auto-estima e, como consequência, na sua vida íntima, desempenho profissional, financeiro e social.

Em um mundo competitivo, fica claro, então, o benefício, propiciado pelo aumento do volume dos seios”, completa Verônica. Acostumados a se enconderem entre os panos, os seios roubaram a cena e os olhares masculinos nos anos 90, e chegaram ao século 21 dividindo o posto de preferência nacional com o bumbum, alforriados em provocantes decotes.

A mulher brasileira, que, de norte a sul, é inegavelmente uma mulher forte, dita popularmente “de peito”, agora com o aumento estatístico do número de cirurgias plásticas realizadas para aumentar o volume da mama está, literalmente, cada vez com mais peito: na aparência e também na postura. “Só mesmo quem aumenta o volume dos seios pode traduzir em palavras o efeito psicológico que a mudança estética, pós-cirurgia é capaz de provocar”, declara a dentista e recém-operada, Lucimara Toledo. Busto, seios ou mama – as denominações podem variar, mas, quer que seja na cultura ocidental, quer seja na oriental, os seios são considerados símbolos máximos da feminilidade. Nos EUA, a mama há muito é supervalorizada – quanto maior o volume, mais atraente é considerada a mulher. Devido a esse padrão internacional e também por influência da moda, o conceito de beleza dos seios no Brasil tem mudado. Assim como na década de 60, quando as megaestrelas eram mulheres com grandes seios, como Marilyn Monroe, atualmente as jovens estrelas de Hollywood e as mulheres comuns têm desejado ter seios volumosos. Hoje, em todo o munod, a tendência é considerar bela a mama firme, na maioria das vezes com mais volume, “empinada” ou “levantada”, características que, segundo a psicóloga, vão “levantar” não só os seios propriamente ditos, mas, sobretudo, elevar a auto-estima da mulher. Verônica explica que fica mais fácil de entender se considerarmos que cerca de 90% da nossa comunicação com o mundo se dá de forma visual, ou seja, da imagem que o outro tem de nós e a que temos de nós mesmos. Seios estiticamente bonitos e com mais volume são capazes de tornar as mulheres ainda mais seguras.

O di-a-dia do cirurgião plástico Alexandre Melo, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), vai ao encontro da explicação da psicóloga. Ele conta que a maioria das clientes que chega ao seu consultório com o obejtivo de ter seios mais volumosos relata que só com o uso de sutiãs com enchimento, na tentativa de se tornarem mais atraentes e sedutoras para o mundo, elas conseguem sentir-se mais confiantes ou “poderosas” – termo usado por elas mesmas. Dados estatísticos de cirurgias mamárias realizadas no Páis, fornecidos pela SBCP, revelam que, no ano passado cerca de 28 mil brasileiras colocaram próteses de silicone, o que não só comprova a declaração do cirurgião, como lhe permite outra: “Contra os números não há o que contestar, principalmente se considerarmos os investimentos financeiros e os riscos que envolvem uma cirurgia. Eles são a prova de que uma cirurgia plástica é uma necessidade, ou seja, a possibilidade de mudança para melhor não só estética, como também de postura, diante do mundo”.

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SEIOS REMODELADOS – Correção da flacidez mamária.
Neste tipo de cirurgia, não há necessidade de prótese. A flacidez da pele é retirada e o tecido da mama remodelado.

SEIOS MAIORES – Implante mamário
A indicação para este tipo de cirurgia é para pacientes que desejam mudar a forma e obter mais volume. O procedimento cirúrgico é o mesmo para a correção da flacidez,
mas o pós-operatório é mais rápido.

CIRURGIA PARA RECONSTRUÇÃO MAMÁRIA – Câncer de mama
Neste tipo de cirurgia, é possível reconstruir a mama que teve que ser retirada no tratamento do câncer mamário. Um trabalho de artista: aquio cirurgião transforma o tecido do abdômen ou das costas da própria paciente em seios ou, dependendo do caso, pode utilizar prótese de silicone.

CIRURGIAS MAMÁRIAS

É difícil encontrar uma mulher que esteje plenamente satsifeita com os seios. Felizmente, a tecnologia acompanhou o crescimento de tanta preocupação e, hoje em dia, o
peito perfeito jé está ao alcance de todas. Entretanto, o desenvolvimento da ciência ainda não foi capaz de barrar a pior inimiga: a lei da gravidade. Ela continua existindo e atraindo os seios para o centro da terra. Outro vilão ainda imbatível é o tempo. Implacável com os seios, ele vai substituindo, aos poucos, o tecido mamário por gorduram, deixando-os sem sustentação. Algumas indústrias fabricantes de cremes com vitaminas A ou E, colágeno, etc., prometem amenizar os efeitos da física, mas o fato é que eles não são capazes de promover milagres. Quem quiser resultados comprovadamente melhor deve optar pela cirurgia plástica.

Se feita por um profissional qualificado, membro da SBCP, a cirurgia plástica é o melhor e mais curto caminho que separa os seios de verdadeiras obras de arte. Completamente em voga e cada vez mais popularizada, ela promove uma verdadeira mudança: esculpindo os seios “novos em folha”, aproximando-os, diminuindo as aréolas, alterando tamanhos ou diminuindo flacidez.

“Na maioria das cirurgias para aumentar o volume, o uso da prótese é necessário. Mas, se os seios estiverem flácidos e a mulher não desejarganhar volume, é possível utilizar material atural, do próprio seio, para suspendê-los e remodelá-los (mastopexia)”, diz o cirurgião plástico, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica/MG, Oromar Moreira Filho. Ele esclarece ainda que, se realizadas em uma clínica bem aparelhada, essas operações são seguras, com risco normal cirúrgico como em qualquer outro tipo de cirurgia. E aproveita para explicar que o índice de perda de sensibilidade ou que possa comprometer a amamentação – dúvida geral das mulheres – é, na maioria das vezes, pequeno e transitório, e também para dizer que cientificamente está descartada a idéia de que o câncer de mama possa ter relação com o implante de silicone.

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TIPOS DE PRÓTESES

-> Gel – interior preenchido com silicone gel e parede podendo ser:

lisa: superfície lisa;
texturada: superfície rugosa;
poliuretano: superfície rugosa com uma camada de espuma de poliuretano.

-> Salina – interior preenchido com soro fisiológico e parede de silicone sólido.

MODELOS

-> Perfil alto – mais projeção, menos base;
-> Perfil baixo – menos projeção, mais base;
-> Anatômica – em forma de gota.

CURIOSIDADE

Ao contrário do que a maioria das pessoas imagina, o silicone no interior da prótese não é líquido e sim gel, o que justifca o volume ser medido em centímetros cúbicos e não em mililitros – medida utilizada para líquidos. Esta característica aumenta a segurança e desmistifica a idéia de que o silicone pode derramar-se no interior dos seios.

MUDANÇA DE CAMPO

As vésperas do casamento, a dentista Lucimara Toledo, 24 anos, noiva do zagueiro da Seleção Brasileira de Futebol – Luisão, e a modelo e estudante Flávia da Silva, 19 anos, noiva do goleiro do Cruzeiro – Gomes, tretracampeões da Copa do Brasil são a prova de que o risco compensa, ou seja, próximo de uma data tão especial para a mulher, ambas, por desejarem sentir-se mais belas, não hesitaram em gastar mais e, muitos menos, em comprometer a saúde para a ocasião. O desejo falou mais alto e as duas, pacientes do cirurgião plástico Alexandre Melo, submeteram-se, recentemente, á cirurgia mamária.

“Se soubesse que era tão simples, rápida e sem dor, e que o resultado fosse tão bom, já tinha feito essa cirurgia há muito tempo”, diz Flávia, que também passou por uma lipoescultura. Lucimara concorda com a estudante e acrescenta: “Eu já tinha auto-estima elevvada antes e não achei que poderia aumentá-la, mas me enganei; hoje, com certeza sinto-me muito mais confiante”. Gomes conta que no início ele achou uma bobagem o sonho da noiva: de ter seios maiores. “Apoiei o desejo dela, mas confesso ter sentido medo de realizar esse sonho e colocar sua vida em risco, mas, hoje, com apenas dois meses depois da cirurgia, vejo que realmente valeu a pena. Além de realizada e feliz, Flávia está mais bonita e eu não sei como explicar, mas, para mim, há algo de diferente, só sei que é para melhor”, declara apaixonado.

CONSIDERAÇÕES

Para Alexandre Melo, a consulta prévia é essencial não só para orientar a paciente sobre a cirurgia plástica, antes, durante e depois, mas principalmente para que o cirurgião possa entender o desejo da mulher e deixar claro para ela que o resultado final será uma tentativa de chegar o mais próximo possível ao que ela quer. A experiência adquirida em anos de trabalho e de pesquisas em seu consultório, e a atualização científica constante em congressos e conferências nesta especialidade têm lhe permitido criar instrumentos para auxiliá-lo nessa comunicação com a paciente.

“Hoje, além da conversa inicial com o cliente, para saber extrair dele o seu real desejo, peço que ele traga, se possível, uma foto de alguém com quem ele queira parecer-se, para assim eu possa vizualizar melhor o que ele quer; só assim posso tentar aproximar-me do resultado esperado. Não é raro, por exemplo, uma paciente chegar ao consultório querendo colocar prótese, mas enfatizando que a mesma deve ser bem pequena e mostrar uma foto da famosa Feiticeira – a modelo Joana Prado – ou a ainda com um número de prótese em mente, que uma amiga colocou, e achar que o resultado final vai ser igual, o que é sabido não ser possível, já que as constituições físicas são diferentes”, explica.

Para ele este tipo de cirurgia plástica é a que apresenta mais vantagens: tempo de internação e cirúrgico menor, pequenas cicatrizes, poucos cuidados pós-operatórios e percepção imediata do resultado, o que justifica ser a cirurgia mamária uma das campeãs – representa hoje (dados da SBCP) 30% do total de plásticas realizadas no Brasil, o equivalente a aproximadamente 55 mil cirurgias, dentre as quais cerca de 28 mil são de implante mamário. Em Minas Gerais, os números não são diferentes; segundo o presidente da SBCP/MG, Oromar Moreira Filho. o Estado de contribui com aproximadamente 10% desse total.

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CIRURGIA MAMÁRIA

Quando fazer: é melhor esperar até o completo desenvolvimento dos seios.

Anestesia: geral, peridural, bloqueio intercostal ou local com sedação.

Como é a cirurgia de implante:

Incisão – pode ser periareolar (na frente inferior da aréola), que deixa uma cicatriz sutil. submamária (no sulco) usada em quem tem a aréola muito pequena; e a axilar (pelas axilas).

Prótese – pode ser colocada: atrás da glândula; atrás do músculo, quando não se tem glândula ou atrás da fáscia (membrana que recobre os músculos).

Pós-operatório:

Prótese – durante uma semana, usar sutiã e não exercitar os braços;

Mama – o sutiã deve ser usado de dois a três meses. Não exercitar os braços e nem carregar peso nesse período; o curativo permanece por até trinta dias, com trocas periódicas, para dar sustentação e proteger a cicatriz;é possível retomar as atividades diárias depois de dez dias; a exposição ao sol é proibida de uma a dois meses; a cicatriz em seis meses já estará bastante discreta.

Duração média da cirurgia: de 1 hora e meia a 3 horas.

Preço:
Os preços de todas as intervenções cirúrgicas citadas nesta reportagem variam de acordo com o médico, a anestesia e o tipo de internação.

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